polly

Como analisar o risco real de nossas atitudes?

Afinal, vivemos a era do imediatismo, da informação instantânea, do fast-food, do ficar, dos casamentos que duram semanas.

Seria possível, nos dias atuais, planejar situações vivenciadas em longo prazo e que atingem não somente um indivíduo, mas sim, toda coletividade?

Há alguns meses, vi um filme que reflete exatamente sobre estas questões.
“Quem vai ficar com Polly?” (em inglês “Along came Polly” http://pt.wikipedia.org/wiki/Along_Came_Polly) é uma comédia romântica que, com muito humor, nos faz pensar sobre quanto podemos precisar (no sentido de tornar precisas) as consequências das decisões que tomamos em nosso dia-a-dia.

Viver o hoje ou só pensar no amanhã? Precaver, prevenir ou tomar caminhos que se preocupem apenas com o remediar (quando isso for possível)?

Assuntos tão presentes em nosso cotidiano que no campo dos estudos relacionados ao meio-ambiente tornam-se ainda mais primordais

Fica a dica!